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http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt

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EIS AS MONTANHAS QUE OS RATOS VÃO PARINDO

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"VACINA É A NOSSA ARMA"

19.06.21 | Maria João Brito de Sousa

vacina.jpg

"VACINA É A NOSSA ARMA"
*


"Vacina, é a nossa arma"

Muito embora vá falhando

Tanto que a gente se alarma

De tanta falha ir contando...
*

 

Enquanto por cá vou estando,

"Vacina é a nossa arma"

Mas, "hélas", nunca fiando

Nem na dita, nem no carma,
*


Venha um queijito de Parma

Para a fome ir enganando;

"Vacina é a nossa arma"

E eu calei-me e fui-me armando
*


Muito embora duvidando

Pois, não sendo uma bisarma,

Estava em risco... entrei pró bando;

"Vacina é a nossa arma"!
*

 

Maria João Brito de Sousa - 19.06.2021- 13.16h
*

Poemeto criado a partir de um verso-mote de João Belo para uma rubrica do Horizontes da Poesia.


*

NOTA - Que fique bem claro que não subscrevo qualquer tipo de teorias da conspiração. Todas as minhas dúvidas - e tenho-as, em relação a estas primeiras inoculações - são fruto do muito que aprendi na juventude nas sebentas e manuscritos dos maiores epidemiologistas portugueses do século XX, bem como na objectividade do raciocínio lógico e do espírito crítico que faço por manter tão bem afinado quanto a musicalidade dos meus versos...

A segurança e a eficácia das vacinas até hoje conseguidas é limitada, dado o curtíssimo espaço de tempo em que decorreram os estudos-cegos experimentais e a inusitada apetência que o SARS-CoV-2 apresenta para
se replicar em novas variantes.

Dentro das armas que temos - e temos poucas, infelizmente - decidi-me a apostar na vacina, mas não me senti muito mais segura depois da segunda inoculação. Apenas me senti bastante aliviada por não ter sofrido, a curto prazo, qualquer efeito secundário.

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