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http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt

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EIS AS MONTANHAS QUE OS RATOS VÃO PARINDO

por muito pequenos que pareçam ser... NOTA - ESTE BLOG JAMAIS SERVIRÁ CAFÉS! ACABO DE DESCOBRIR QUE OS DOWNLOADS SE PAGAM CAROS...

FAITH

01.02.10 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (6)
  Whenever the night Comes into your heart And asks you to stay, Just look at the moon And say: very soon Comes another day...   Whenever the pain Takes place in your soul, Struggles and remains, Remember tomorrow There`ll be no more sorrow, The sun shines again...   An (...)

NÃO SER

02.06.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (18)
  Não sei donde me vem este não ser Pois mesmo que procure Eu não sei bem Se sou o que procuro e nunca vem Se, vindo o que procuro, o quero ser...   Gosto desta procura de outros nadas... E quando nada encontro Eu sei que sou Aquela que se achou desencontrada

A TECEDEIRA DE BARCAS

06.04.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (8)
Remador da eterna Barca, Que trazes dentro de ti, Dá-me novas do passado, De um tempo que já esqueci...   Remador da Barca eterna - líquidas mãos de cristal - Dá-me novas desta espera, Diz-me quem sou, afinal...   Tu que ao mar foste em pecado, Na tua Barca encantada,

A ÚLTIMA ESTRELA

31.03.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (6)
Um anjo, de negro, Recolhia do céu As últimas estrelas da noite Para que o sol Nascesse quente e glorioso.   Uma mulher, de branco, Recolhia, de uma qualquer janela, O direito de fazer permanecer a noite.   O Anjo olhou a Mulher [pequena estrela baça teimando em ser (...)

DESTA ÁGUA NÃO MAIS BEBEREI

28.03.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (7)
    Rasgam-se montanhas. Fundem-se correntes. Gritam, metálicos gritos, Engrenagens de um tempo Que alguém transformou Em rodas dentadas E os meus braços, estendidos como limos, Impotentes, cansados, Pedem utopias E alcançam memórias De crianças que me amaram Mal (...)

QUERO PODER QUERER

26.03.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (10)
Quero poder ser eu! Esquecer-me de ti, Do mundo inteiro, Matar antigos traumas no cinzeiro E reviver o sonho que vivi.   Quer ser árvore, água, melodia, Cristalizar um momento de alegria, Ficar a olhar os passos lentos do rebanho.   Quero rodar no sentido oposto Aos (...)

ANAMNESE

19.03.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (6)
   Por aqui passo tão leve, Num passo largo e tão breve, Que ninguém me vê passar...   Passo sem deixar pegada Na terra ou na erva mansa, Deixo aqui uma palavra, Deixo ali uma ternura Nos braços de uma criança...   E passo tão de repente, Tão brevezinha e sumida, Qu (...)

FIDEL/FIDELIS

09.03.09 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (16)
Sou um fiel de balança Cansado de balançar. De um lado, deitam-me culpas, No outro, lanço perdões Pr`á culpa se equilibrar...   Mas, por mais que me perdoe, O das culpas pesa mais E as vezes fico magoada Por ser fiel e culpada De culpas imaginadas E (...)