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http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt

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EIS AS MONTANHAS QUE OS RATOS VÃO PARINDO

por muito pequenos que pareçam ser... NOTA - ESTE BLOG JAMAIS SERVIRÁ CAFÉS! ACABO DE DESCOBRIR QUE OS DOWNLOADS SE PAGAM CAROS...

(RE)NOVOS LUSITANOS - Reedição reformulada

28.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (6)
  Fotografia de Carlos Ricardo * (RE)NOVOS LUSITANOS * Tentei erguer um império No coração de um mortal E escrever versos a sério Na barra de um avental... * Disto nasceu-me um mistério Ainda por desvendar: Como pode um verso etéreo Ser tão mais forte que o mar? * Ent (...)

EXORCISMO

25.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (7)
Fotografia de Mª João Brito de Sousa * EXORCISMO * Ó Senhora da Agonia, quão mais perco em Liberdade, mais me sobra em poesia, mais me falta em dignidade! * Fora eu caso isolado e à demais população não faltasse nunca o pão nem a bênção de um telhado, seria (...)

GLOSANDO MEA EM REDONDILHA MAIOR - Reedição

25.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (7)
Eu, com três anos na varanda da casa da rua Luiz de Camões * GLOSANDO MEA VI * FLOR SILVESTRE *   Sou filha dos verdes campos Neta talvez dos pinhais Cresci vendo pirilampos Rodeada de animais *   Sou flor arisca e silvestre No meio de ervas nascida Rebento verde e (...)

DO HUMANISMO E DA SUA ANTÍTESE

15.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (10)
DO HUMANISMO E DA SUA ANTÍTESE * Coitados dos reformados, Pobres dos que são doentes Porque serão condenados Inda que estando inocentes... * Se esta lei nos for imposta, "Só manduca quem trabuca!", E não puder ser deposta Pelos qu`inda tenham "cuca" * Os mais (...)

SONETILHO ANTI ANTI-SONETO

02.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (4)
Anti-Soneto Ao Mário Sá Carneiro * O nosso drama de portugueses, O nosso maior drama entre os maiores Dos dramas portugueses, É este apego hereditário à Forma: Ao modo de dizer, aos pontinhos nos ii, Às virgulas certas, às quadras perfeitas, À estilística, à (...)

SONETILHO II - Reedição

01.09.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (4)
SONETILHO II * Fui rei da vida e da morte no tempo em que era menino, mas nunca cri no destino, embora crendo na sorte... * Se fiz do verso o meu norte, vi-me em total tal desatino quando o poema - o ladino... - me exigiu; - "Mais e mais forte!" * Tomei as rédeas da vida mui (...)

SONETILHO - Reedição

31.08.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (4)
SONETILHO * Poema, és razão supina desta suprema loucura de ser poeta - e sem cura... - desde muito pequenina * E se eu, então, menina travessa, alegre, imatura, já nesse tempo à procura de ir dando a volta à rotina * Dobava as horas do dia nas voltas que a fantasia (...)

SÃO TRÊS - Reedição

29.08.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (6)
SÃO TRÊS * São três, garanto! São três! Lembro-me bem de os contar, Um por um, sem me enganar, E não mais, de cada vez... Serão pouquinhos, talvez, Mas não poderão faltar Àquilo que eu não calar Quando, em chegando os porquês, For dito que o português Não (...)

POUCA TERRA, POUCA TERRA... - Reedição

18.08.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (14)
POUCA-TERRA. POUCA-TERRA * Pouca-terra, pouca-terra… Tanta terra falta ainda, Tanto rio por navegar, Tanto cume de alta serra, Tanto trilho que não finda, Tanta praia e tanto mar! *   E, do comboio que passa, Pouca-terra/muita-pressa, Na melopeia de infância, Não (...)

CRIPTIDENTIDADES- Reedição

17.08.23 | Maria João Brito de Sousa | ver comentários (8)
CRIPTIDENTIDADES *   Sou estranha, já percebeste… Sou tonta como a criança Que dá dois passos de dança E, logo a seguir, te afiança Que tem um dom que é celeste *   E esquiva como um felino, Territorial, ciosa Dessa coisa misteriosa, Insondável, preciosa Que é (...)