.EIS AS MONTANHAS QUE OS RATOS VÃO PARINDO

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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

DE UM SONHO DURANTE O SONO

GUARDADORA DE GANSOS.jpeg

DE UM SONHO DURANTE O SONO

*



Guardando gansos me achei,

No sonho de um dia destes,

Por descampados agrestes

Que não vi quando acordei,

Porém do sonho guardei

Um cheiro a frutos silvestres

E outros aromas campestres

Que descrever já não sei,

Nem tão pouco jurarei

Vir a ter mais sonhos destes...

 

*



Eu, plebeia, quando sonho,

As mais das vezes me esqueço

Das coisas nas quais tropeço

Quando ao sono não me oponho...

Foi-me este suave e risonho,

Conforme aqui reconheço,

Mas outros são, do começo,

De um onírico medonho

Angustiante ou bisonho

Que sempre pecou por excesso

*

 

Guardando gansos me vi

Mas não estou muito segura

De ser eu a criatura

Que em sonhos reconheci

Como sendo esta que aqui

Vos vai narrando a aventura

De um sonho que pouco dura

Mas de nós próprios se ri

Dizendo, de si pra si,

Que não tem nem quer ter cura.

*

 

 

Maria João Brito de Sousa – 03.06.2019 – 10.24h

 

Imagem retirada daqui

 

 




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Sábado, 30 de Março de 2019

APERTO(S)

Amor-e-dor na vida real.jpg

 

 

APERTO(S)

*



Se já não sei quem sou eu

porque tudo em mim mudou,

sei que algo de meu ficou

do tanto que se perdeu

quando o corpo que era o meu

por minutos vacilou,

partiu, perdeu-se e voltou

da amarga volta que deu

por essa noite de breu

que não quis, que rejeitou.

*



Ainda viva, mas pouco,

sem força, garra e paixão,

preservei um coração

proibido de ser louco,

um coração cego e mouco

que em tempos fora um vulcão

e agora cumpre a função

tímido, instável e rouco...

Ah, coração taralhouco,

frágil, medroso e poltrão!

*



Pulsas ainda, é bem certo,

mas quão frágil me deixaste!

Não és coração que baste

pra quem viva em desconcerto,

vigil, atento, liberto,

sem recear o desgaste

daquilo que sustentaste

e que ignorava este aperto,

mantendo-te a descoberto

na voz que agora calaste.

*





Maria João Brito de Sousa – 30.03.2019 – 11.23h



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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2019

TALVEZ UM FADO

digitalizar0003.jpg

TALVEZ UM FADO

*



(Memórias de minha mãe, subindo a escada)



I



Oiço um longínquo rumor

De passadas vagarosas

Muito embora, pressurosas,

Se aproximem, dor a dor,

De mim, que as já sei de cor,

De mim, que as sei dolorosas.



II



São passadas muito antigas

Que me ecoam na memória

Sem derrota, nem vitória,

Compondo estranhas cantigas

Sempre que, ó tempo, me instigas

A recontar-lhes a história.



III



São refrão. Sempre o refrão

De um esforço recompensado

Fazendo de um passo dado

Mais uma repetição

Da mesma eterna canção

Que talvez se chame fado.

*



Maria João Brito de Sousa – 05.01.2019 – 16.01h






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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2019

VELHAS LUTAS, TEMPOS NOVOS

Velhas lutas - GOLCONDA.jpg

VELHAS LUTAS, TEMPOS NOVOS

 

(Nonas)

 

I



Velhas lutas, tempos novos

E novas contradições

Vão comandando as paixões

E as (in)decisões dos povos

Que, nunca se repetindo,

Vão indo e vindo, indo e vindo,

Parecendo quase iguais

Às dos nossos ancestrais

Que há muito foram partindo.



II



Novos tempos, velhas lutas

De opressor contra oprimido,

Que não fazendo sentido

Estão cada vez mais astutas

E passam sem serem vistas,

Fazendo ainda conquistas;

Mesmo que já condenadas

E por tantos procuradas,

Destroem... sem deixar pistas.

*



Maria João Brito de Sousa – 02.01.2019 – 15.28h


Imagem - "Golconda" - René Magritte






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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2018

ADEUS, 2018!

ADEUS 2018.jpg

ADEUS, 2018!

*



Num relógio que não tenho,

Tica-taca, os dois ponteiros

Vão avançando certeiros

Até que surja um desenho

Singular, mas nada estranho,

No qual ambos os roteiros

Convergem, ficando inteiros,

Como se iguais de tamanho.

*





Só por sessenta segundos

E duas vezes por dia

Um relógio contraria

Dogmas velhos e profundos,

Nascendo o melhor dos mundos

Da aparente apostasia

Em que esse instante os recria;

Dois num só, fortes, fecundos...

Depois retornam, rotundos,

Ao que antes os dividia.



*







Irmãos, erguei-vos e vinde!

São só doze badaladas

E doze passas tragadas

Antes de que o som se finde;

Nada há que se deslinde

Nessas taças levantadas,

Nos beijos, nas gargalhadas

Sem acanho, nem melindre,

Mas é tão humano, o brinde,

Quão festivas, as noitadas...

*





E os ponteiros – tica-taca -

Começando a aproximar-se

Dão início à tal catarse

Que a quase todos se atraca

Fortemente, como lapa

Que não queira desgrudar-se

E que faça por firmar-se

Quando um predador a ataca...

Os ponteiros, à socapa,

Estão mais perto de juntar-se.

*





Não fiz ainda a sangria

Com que ao ano brindarei...

Depois a prepararei!

Hoje aproveito a folia

Junto da Musa vadia

Que, por acaso, encontrei

A comer, do bolo-rei,

A penúltima fatia...

Farta está, já não vazia,

Mas muito enfartada a achei.

*





Tica-taca... olha os ponteiros,

Velha Musa esfomeada!

Vê se não comes mais nada

Até que esses dois sineiros

Façam soar, pioneiros,

A primeira badalada!

Não quero a noite estragada

Por teus gostos traiçoeiros

E dois bolos-rei inteiros

Vão deixar-te agoniada!

*





Tica-taca... ainda é cedo?

Dois ponteiros bem distantes

Solicitam-me uns instantes

Que eu de bom grado concedo. :)

*





Maria João Brito de Sousa – 31.12.2018 – 19.07h

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Domingo, 30 de Dezembro de 2018

UM BRINDE AO ANO QUE ESTÁ QUASE A CHEGAR

UM BRINDE AO ANO....jpg

UM BRINDE AO ANO QUE ESTÁ QUASE A CHEGAR

*





Vagarosos, vagarosos,

Deuses de vários formatos,

Traçam seus planos abstractos,

Desatentos, mas teimosos,

Por vezes tão rigorosos

Que chegam a ser exactos

E sempre incluem maus tratos,

Onde lhes pedimos gozos...

Serão todo-poderosos,

Mas só fazem desacatos.

*





Nós, também. É bem sabido

Que “criado”e “criador”

Vão do melhor ao pior,

Nem sempre fazem sentido

Neste mundo dividido

Entre amor e a extrema dor

De quem seja seguidor

Ou de quem seja seguido...

Estará o mundo perdido

Nalgum mundo, em seu redor?

*



Não posso sabê-lo ao certo,

Nem me atrevo a responder...

Venha lá o que vier,

É melhor nem estar por perto

Se este mundo, armado em esperto,

Trocar amor por poder!

Se não me puder esconder,

Fico. Mesmo em espaço aberto,

Passarei por esse aperto

Sem nada poder fazer...

*



Entretanto, o tempo passa

E amanhã, quem diria?,

Passa um ano, à revelia

Até dos “donos da massa”!

Chega a ter alguma graça

E uns pózinhos de ironia,

Ver que não há fantasia

Nos planos que o tempo traça

Prá fase final da raça

Que se iguala, se tardia...

*







Maria João Brito de Sousa – 30.12.2018 – 15.57h
























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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018

A LÍNGUA, A ACUIDADE VISUAL E AS ETERNAS "GRALHAS"

mister MAGOO.jpg

A LÍNGUA, A ACUIDADE VISUAL E AS ETERNAS “GRALHAS”

*

Décimas



*

O poema tem funções

Que, escapando a muita gente,

Enchem a Língua vigente

De melódicas lições...

Que o diga o velho Camões

Que da Língua fez semente,

Se foi ou não pertinente

Dividi-la em orações,

Fortalecendo as noções

De uma base que a sustente.

*



Sendo pai da Língua nossa,

Foi-o sem nunca o saber

Porque, se a visse crescer,

Veria quão bela moça

Se fez a língua que adoça

Nosso falar e escrever...

Cuidá-la é também dever

Que cumpro sempre que possa;

Tento não deixar-lhe mossa

Se acaso nela embater



*



Por causa desta visão

De acuidade reduzida

Que me deixa dividida

Numa multiplicação

De esforços e de atenção,

Ou me torna retraída

E, às vezes, surpreendida

Por me ver na contra-mão

De uma estrada em construção

Sem entrada, nem saída.



*



Maria João Brito de Sousa – 13.12.2018 – 12.06h








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Sábado, 1 de Dezembro de 2018

DÉCIMO ANIVERSÁRIO DO BLOG

É com uma reedição, por pontual ausência da Musa, que eu assinalo o décimo aniversário deste blog dedicado à poesia em redondilha maior.

 

Não fosse a nossa amiga Azoriana e este décimo aniversário teria passado sem que eu desse por ele. Obrigada, Azor!

 

 

14143817_ESzUu.jpeg

Nas teias que o luar tece
Por cima dos pinheirais, 
Vez por outra me acontece
Ver longe e ver muito mais,
Mas, de quanto me aparece,
Nunca vi – nunca, jamais! –,
Nessas visões que ele m`oferece,
Razões que fossem normais…



Vi segredos bem guardados
De vontades por escrever
Atrás de mil cadeados
Qu`inda estão por conceber
Nos traços desencontrados
De enigmas por resolver,
Tão estranhamente esboçados
Que eu nunca pude entender
Por que me foram mostrados
Se não pedira pr`ós ver



Vi, nessas teias benditas
Que o luar teceu pr`a mim,
As mil coisas nunca escritas
Por mãos que fossem assim.



Vi verdades, nessas teias
Que o luar me quis mostrar
E, depois de as ler, deixei-as
Pr`alguém que as soubesse achar.



Vi letras de prata pura
Descrevendo esses pinheiros
Com a toda a casta ternura
Dos seus rebentos primeiros



Vi a vida que começa
No recomeço da vida!
Vi puzzles, peça por peça,
Sem me apressar na partida
E, como alguém que tropeça
Em causa desconhecida,
Vi tudo a crescer sem pressa
Ou foi-me a vista traída
Tal qual fosse apenas essa
A razão de eu estar perdida,
Sem certezas nem promessa
De encontrar uma saída…


Nas teias que o luar tece
À noite, sobre os pinhais, 
Vez por outra me acontece
Ver longe e ver muito mais,
Mas, de quanto me aparece,
Não pude encontrar, jamais,
Nas transgressões que fornece,
Questões que fossem banais

 

*

 

Maria João Brito de Sousa - 04.04.2012

 

 

 


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Terça-feira, 20 de Novembro de 2018

"ÃOS" & "ADES"

ÃOS e ADES.png

“ÃOS” & “ADES”

*

(Décimas)

 

I

Basta de toxicidade!

Tanta desinformação

Só nos traz é confusão...

Por onde passa verdade

Se a verdade é que se evade,

Aos poucos, da nossa mão?

Vejo é manipulação

Da nossa humana vontade...

Nada há que menos me agrade

Do que toda esta inversão

 

II

 

Dos preceitos da razão

E da nossa idoneidade.

Onde estás, ó liberdade

De julgamento e de acção

Se sujeita à suspeição

E às grilhetas da saudade,

Só recordas  falsidade

E a falta de isenção?

No olho do furacão

Da devassidão de Sade?

 

III

 

Venha mais honestidade

Pôr cobro a tal maldição!

Sem saber se sim, se não,

Sem raízes, nem idade,

Não vem o campo à cidade,

Nem a cidade tem chão

Onde se estenda um colchão

Pra morrer com dignidade;

Mora a pura ansiedade

Neste espaço em convulsão

 

IV

 

Onde mesmo a diversão

Perde a sua alacridade

E conduz a sociedade

À grande alienação,

Já que irmão agride irmão

Sem causa, nem piedade,

Com toda a brutalidade

E sem grande hesitação.

“Sempre assim foi”, pensa então

Quem assiste à mortandade

 

V

 

Com a naturalidade

De quem canta uma canção,

Ou compra uma promoção

Barata e sem qualidade

Por bem menos de metade

Do custo de produção...

Haverá comparação,

Ou será que a realidade

Preza a conflitualidade

E lhes nega uma outra opção?

 

VI

 

Não mudo de direcção

Que esta minha sobriedade

Não sente a necessidade

De, pra já, meter travão...

Vejo mal, mas a questão

Não está na visibilidade

E sim na capacidade

De, dessa limitação,

Ter a perfeita noção,

Actuando em conformidade;

 

VII

 

Assim, perco em quantidade

O que ganho em devoção,

Mas a minha obrigação

É manter serenidade

E alguma objectividade

Enquanto cumpro a função

E renego a tentação

Da frustração que me invade

Quando, em plena claridade,

Vejo o breu da escuridão

 

VIII

 

Sem encontrar explicação

Pra tanta desigualdade...

Palpo ainda a densidade,

Mas não palpo a pulsação

De quem diz ter compaixão

Por esta comunidade

Que eu, há uma eternidade,

Amo, torrão a torrão,

Palmo a palmo, grão a grão,

Com toda a sinceridade

 

IX

Serei, talvez, raridade,

Ou apenas a excepção

Que leva à confirmação

De uma generalidade...

Sou-o de livre vontade,

Jamais por imposição,

Pois todo o meu coração

É um hino à liberdade;

Toda sou genuinidade

E, às vezes, contradição,

 

X

 

Mas quer tenha, ou não, razão

Dar-lhe-ei continuidade;

Meia de mim faz metade

De uma só, que faz questão

De viver na solidão,

Por mais que vos desagrade

Esta peculiaridade

Que julgais provocação,

Quando é somente a assumpção

Desta minha identidade.

 

*

 

Maria João Brito de Sousa – 20.11.2018 – 11.11h

 

 

Imagem retirada daqui


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Domingo, 18 de Novembro de 2018

OITAVAS MUITO SOLTAS

DEVERIA.jpg

OITAVAS MUITO SOLTAS

*

 

 

Não ando daqui pr`ali

sem saber o que fazer;

Tendo em conta o que perdi,

nada mais tenho a perder

e se, à esquerda, o coração

me empurrou para o seu lado,

não fui sem ter consultado

razões que tinha a razão.

 

II

 

Muito embora estando inútil,

nunca fui barata tonta,

nem delego em ganho fútil

questões de tão grande monta

quanto a própria poesia

que de tantos vai brotando

sem que muitos vão notando

que ela produz mais-valia.

 

III

 

Quem dá tudo quanto pode,

nunca a mais é obrigado

e, caso alguém se incomode,

responda que já foi dado

tudo o que tinha pra dar,

pois dando o que não tivesse

muito estranho me parece

que não estivesse a aldrabar.

 

IV

 

Minha musa entrou em greve

por falta de condições...

Sem ela, fiquei mais leve,

mas também sem mais opções

senão esta de ir escrevendo

quanto me venha à ideia;

Apagou-se-me a candeia

antes do sol estar nascendo.

*

 

Maria João Brito de Sousa – 18.11.2018 – 19.35h

 

 


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