.EIS AS MONTANHAS QUE OS RATOS VÃO PARINDO

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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

APOGEU POÉTICO AVL (1º Lugar)

solidao criativa.jpg

 

Patrono: Manuel Maria Barbosa du Bocage
Académica: Maria João Brito de Sousa
Cadeira: 06.
Apogeu Poético - Clássico - 03

 

SOLIDÃO*

 

Nenhum rei será mais rico,
nem nenhum "senhor do mundo"
foi mais alto, ou foi mais fundo
do que eu vou, quando em mim fico
se, com sorte, gratifico
um leitor que, eu sei, confundo,
nas rimas com que o inundo,
nos excessos que critico,
ou se, em excesso, frutifico
nalgum verso mais fecundo...

 

Está na minha natureza,
tanta e tão estranha Paixão
e é na mesma condição
- porquanto a ela estou presa... -,
que, sozinha, como à mesa
e procedo à digestão
do que Mente e Coração
vão sorvendo, sem surpresa;
polpa e sumo, na riqueza
desta infinda (Re)feição

 

Que mata a "fome de cão"
que cresce e que rói por dentro...
Porém, dela é que eu sustento
Verdade e Contradição,
por ser, minha Solidão,
meu maior contentamento,
meu sempiterno Alimento,
fornalha onde eu cozo o Pão
e onde a luz da Criação
beija a Mão com que a exp`rimento...

 

 

Maria João Brito de Sousa - 04.09.2016 - 15.21h

 

 

NOTA* - Refiro-me à Solidão Criativa, esse tempo de interioridade que é essencial a todo o poeta, não ao abandono.

 

Imagem retirada do Google


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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

A PRIMEIRA VIAGEM DO POETA

pes.jpg

I



Percorreu o mundo inteiro

quando esse mundo era, ainda,

uma selva agreste, infinda...

Caiu em muito atoleiro,

perdeu pé quando o ribeiro

que atravessava, na vinda,

de uma terra amena e linda,

num repente traiçoeiro

transbordou do seu carreiro,

teve a vida na berlinda,



II



Resistiu, sobreviveu

a mil coisas que eu nem sonho,

provou do que é mais medonho,

mas nem assim se rendeu...

Não houve terra, nem céu,

que não beijasse, risonho,

ou, vez por outra, tristonho,

não suspirasse, qual réu

de um tribunal* muito seu,

onde agora o pressuponho,



III



Pois cabe-me a mim, poeta,

fazer, desta narrativa,

uma história presuntiva,

mas possível e completa,

verosímil e concreta

para que o poeta a viva

e, numa Barca cativa,

se faça à rota secreta

que foi sua predilecta,

porquanto imaginativa...



IV



Aqui dou por terminada

esta primeira Odisseia

de um Poeta que se estreia

e que, sendo acidentada,

bem sei ser dura e ousada,

mas não bonita, nem feia;

Nunca ninguém a refreia,

mesmo quando ameaçada,

punida ou chantageada

por quem, de fora, a falseia...





Maria João Brito de Sousa - 24.09.2016 - 19.28h



*alusão à consciência

 

 


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Domingo, 25 de Setembro de 2016

GLOSANDO A POETISA MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE VII

digitalizar0114.jpg

 



CASA VELHINHA

Aquela casa velhinha

Foi um terno lar outrora

Teve nela uma rainha

Mas está sozinha agora


A entrada está fechada

Seco está o seu jardim

Nunca está iluminada

À volta, só tem capim


Sem cortinas nas janelas

Nem a roupa no estendal

Até as próprias estrelas

Parecem lhe querer mal


Às vezes olho pra ela

Oiço o riso das crianças

Percebo como foi bela

E tão cheia de esperanças

À noite à luz duma vela

Uma sopa fumegante

Saidinha da panela

Era seu manjar, bastante

 

Quando o dia clareava

Saltitavam de alegria

Até o galo cantava

Uma nova melodia

 

Quanto amor ali floriu

Debaixo daquele tecto

Porque será que partiu

Qual seria o seu trajecto


Aquela casa velhinha

Está só, abandonada

Deixou-a, sua rainha

Para sempre está fechada


Maria da Encarnação Alexandre

20/01/2016



CASA-MÃE



"Aquela casa velhinha"

Que, em tempos, me viu crescer,

Mora em mim, ainda é minha,

Mesmo sem nela eu viver...

 

"A entrada está fechada",

Mas há sempre uma saída,

Pr`a quem olha enamorada

A casa da sua vida;

 

"Sem cortinas nas janelas",

Posso entrar mais facilmente,

Através de todas elas,

Tanto em casas, quanto em gente...

 

"Às vezes olho pr`a ela"

E só de olhá-la, já estou,

Toda eu, dentro daquela

Que habitei, que me habitou...

 

"À noite, à luz duma vela",

Que em faltando outra energia,

Havia sempre, à cautela,

Forma de alongar-se o dia...

 

"Quando o dia clareava",

Entrava a luz, num rompante,

Na casa onde eu conquistava

Meus direitos de habitante

 

"Quanto amor ali floriu",

Quão desmedido esse enlevo...

Tão pouco a Casa pediu

E eu, à Casa, tanto devo...

 

"Aquela casa velhinha"

Que hoje é casa de outro alguém,

Era minha, era tão minha,

Quanto a minha própria Mãe...

 

 

Maria João Brito de Sousa - 25.09.2016 - 10.59h

 


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Sábado, 24 de Setembro de 2016

GLOSANDO A POETISA MARIA DA ENCARNAÇÃO ALEXANDRE VI

Progressos.jpg



FLOR SILVESTRE

 

Sou filha dos verdes campos

Neta talvez dos pinhais

Cresci vendo pirilampos

Rodeada de animais

 

Sou flor arisca e silvestre

No meio de ervas nascida

Rebento verde e campestre

Na cidade ando perdida

 

Andei descalça na rua

Comi uvas sem lavar

Empurrei uma charrua

Na hora de cultivar

 

Protegida plos sobreiros

Dormi sestas de Verão

Embalada plos chilreios

E a folhagem por colchão

 

Quando urtigada, dei ais

Comi azedas, murtinhos

Corri entre milheirais

Subi árvores, vi ninhos

 

Nas silvas do meu valado

Comi as amoras pretas

Sentei no chão com agrado

Mirei lindas borboletas

 

Fiz do gato travesseiro

Nas horas de descansar

E do cão meu companheiro

Em tempo de passear

 

Na confusão da cidade

Sente falta a flor silvestre

Daquele ar de liberdade

Nesse espaço tão campestre

 

Maria da Encarnação Alexandre

28/01/2016 



"PROGRESSO(S)"



"Sou filha dos verdes campos"

Mas fui, fora de contexto,

Ficando presa com grampos,

Já não sei por que pretexto...



"Sou flor arisca e silvestre"

Transformada em rocha dura

Pelo sopro louco, agreste,

De uma vontade imatura...



"Andei descalça na rua"

Depois de amadurecer,

Uivando às fases da Lua,

Sem da Terra me esquecer...



"Protegida plos sobreiros",

Inventei-me, eu, protectora

Da glória de uns abrunheiros

De que fui dona e senhora...

 

 

"Quando urtigada, dei ais",

Mas não quis voltar atrás;

Desafiei, pedi mais,

Mostrei do que era capaz!

 

"Nas silvas do meu valado"

Deixei preso o meu vestido...

Deixei-o por lá, rasgado,

Deixei-o ficar, esquecido...

 

"Fiz do gato travesseiro"

Sempre tentando entender

Como é que um simples rafeiro

É sábio, sem o saber...

 

"Na confusão da cidade"

Sempre avanço, mas confesso

Ter certa dificuldade

Em chamá-la de "progresso"...

 

 

Maria João Brito de Sousa - 24.09.2016 - 13.15h

 

 


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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016

DOZE VERSOS À MINHA URGENTÍSSIMA SOLIDÃO CRIATIVA

criatividade_30101-thumb-800x427-76377.jpg

 

 

Quão distante a crua ideia

Que uns têm da Solidão,

Da contrária opinião

Que faz dela Estro e Candeia...

Que distância! E não falseia

A minha humana visão

Quando, ao dar-lhe a dimensão

De chama que o vento alteia,

Fica só, mas bem mais cheia

Que o que andar de mão em mão,

Sem poder dizer que não

Ao que, sendo a mais, chateia...

 



Maria João Brito de Sousa - 23.09.2016 - 15.41h



(Poema escrito "a correr" por causa da falta do tempo que propicia a tal "solidão criativa"...)

 

 


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Sábado, 10 de Setembro de 2016

NA SEQUÊNCIA DE UM DESAFIO LANÇADO NO "HORIZONTES DA POESIA"

Verão.jpg

VERÃO

 

O verão, estação mais quente,
Despediu a primavera.
Já se estava dele à espera
Eis que surge, sorridente!
Ninguém fica indiferente
Aos campos, praias e mar
Com espaços a abarrotar,
De carros e de pessoas!
O verão de coisas boas
Que o outono há de levar...

 

Joaquim Sustelo

 

Décimas Glosadas

 

 

I

 

Calor? Não me mete medo,

Nem me faz ficar doente

Como o frio, que, de repente,

Desde manhãzinha cedo

Me enregela - que degredo... -

Inda além do Sol poente!

Prefiro este Sol ardente,

Disso não farei segredo

Se invoco - porque antecedo... -

"O Verão, estação mais quente"!

 

 

II

 

Menos dor, mais liberdade,

Menos roupa, mais quimera...

Ai, afinal, quem me dera

Que, tal qual minha vontade,

Eu, com mais mobilidade,

Corresse que nem pantera

Quando um pé por outro espera

Uma quase eternidade...

O Verão, porém, na verdade;

"Despediu a Primavera"

 

 

III

 

Veio estrear-se em beleza

Sob um sol que é rubra esfera

E todo em brilhos se esmera

Neste céu côr de turquesa,

Tal qual chama muito acesa

Que, num crescendo, pondera

Gerar seca bem severa,

Tal a sua natureza...

Mas não digam que é surpresa;

"Já se estava dele à espera"

 

 

IV

 

Não parece, por enquanto,

Mas quem seja previdente

Sabe que um Verão muito quente

Pode perder seu encanto

E acender-se em chamas, tanto,

Que uma floresta inocente

Arda e fique incandescente

Perdendo o seu verde manto

Neste V`rão que, no entanto,

"Eis que surge sorridente!"

 

 

V

 

 

Sempre que arda uma floresta,

Perde toda, toda a gente...

Numa vila, mesmo em frente,

- lugar de gente modesta... -

Há sempre alguém que se apresta

A apagar a chama ardente

Pois, tanta vez impotente

Face a essa imensa "besta",

Vendo o próprio inferno em festa,

"Ninguém fica indiferente",

 

 

VI

 

Por outro lado, consola

Ver o V`rão a despontar,

Com crianças a brincar

- porque já não têm escola...-,

Umas a jogar à bola,

Outras na praia a nadar

Sem terem de carregar

A "sempiterna" sacola

Pois não vai tinta, nem cola,

"Aos campos, praias e mar"...

 

VII

 

Faz-se a festa no campismo,

Pois sempre há-de haver lugar

Pr`a se poder acampar

- outra forma de turismo,

bem contrária ao comodismo

de nalgum hotel ficar... -

Numa mata, ou junto ao mar,

Conforme o dite o lirismo

Contra o duro fatalismo

"De espaços a abarrotar"...

 

 

VIII

 

 

Pois há quem nunca desista,

Nem pare de tecer loas,

Não a barcos e canoas,

Mas ao "espírito campista"

E ao campismo vanguardista

Que - juram! - são coisas boas,

Mas que - sei que me perdoas

Pois não sou malabarista... -

Mais parece imensa pista

"De carros e de pessoas!"

 

 

IX

 

Na minha casa - meu espaço... -,

Por mais que tu te condoas

Podem-me ir faltando c`roas*,

Ir-me sobrando o cansaço,

Mas é daqui que eu te traço

Poemas - nem sempre loas... -

Pr`a ti, pr`a mais mil pessoas

Que cuidem disto que faço

E encontrem, no seu regaço,

"O Verão de coisas boas"...

 

 

X

 

Tudo, porém, tem seu fim,

Neste mundo milenar

Que é mera esfera a girar

Sem esperar por ti, por mim,

Ou por quem nem pense assim...

Amigo, é de aproveitar

Pois não veio pr`a ficar

E o V`rão, neste jardim,

É tal qual como um jasmim

"Que o Outono há-de levar"...

 

 

Maria João Brito de Sousa - 21.06.2016 - 16.59h 

 

In Horizontes da Poesia VIII, Euedito, 2016

 

* C`roas - Dinheiro

 

 

 

 


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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016

SEM LIMITE... (A Monforte)

Monforte.jpg

 

Cidade, eu mal te conheço...
Vi-te, era ainda criança
de melena armada em trança,
mas, cantar-te é bom começo
para o tanto que te peço
quando te ofr`eço a aliança
de escrever-te tendo a esperança
de, ver-te, ó terra sem preço,
pr`á qual um pedido teço;
Haja, em ti, franca abastança!


De ti, chegaram-me imagens,
descrições, memórias de outrem,
mas crê que te quero bem
e, vindas dessas paragens,
duas medalhas, quais vagens
dum fruto que de ti vem,
concedido por alguém
que leu as breves “mensagens”
que recordo, entre clivagens
do que a memória contém...


Fiz, não sei se bem, ou mal,
versos à fonte velhinha
que me disseram rainha
do teu largo principal,
que é dif`rente e quase igual
à bonita fontezinha
que ao povo se dá, fresquinha,
na minha terra natal
que, a partir da capital,
floresceu, formando a “Linha”...


Se algum dia, tarde ou cedo,
conseguir ver-te, Monforte,
-possa eu ter saúde e sorte! -
então te direi, sem medo,
que já vai sendo um degredo
viajar, pr`a Sul, ou Norte,
pois nada tenho de forte...


Nem “papoila”, nem “rochedo”,
como cantei, de arremedo,
só pr`a "fazer frente” à morte...
mas, conforme te dizia,
bem gostava de te ver
e de ficar a saber
se, de Inverno, serás fria,
no Verão, que calor faria
na praça, ao entardecer,
e aonde ir para comer
quando a barriga vazia
me inquirisse onde acharia
pitéu que a pudesse encher...


Quero crer que disse mais
do que o bom-senso permite
e a lucidez não me admite
tantas “tiradas” verbais,
portanto, e tarde demais,
vou-me embora antes que hesite
e, ainda que em verso evite
retratos dos mais banais,
deixo os meus traços gerais;
Como tu, sou... sem limite!

 

 

Maria João Brito de Sousa -01.09.2014 – 22.25h


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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016

SETEMBRO NAÏVE

la-pittura-naif-di-ivan-generalic-L-4K09lJ.png

(Pontos de vista geográficos, etários e... sociais)

 

Se acaso eu não fosse pobre,
se esta extremada miséria
não passasse de "pilhéria",
boato, ou "fita" que encobre
um mal muito menos nobre,
e não fosse coisa séria,

Lá saudaria Setembro
que é um bem bonito mês,
mas... aqui, onde me vês,
e porque ainda me lembro
do Inverno que passou
e que quase me matou,
já vejo chegar Dezembro

Com seu hálito gelado,
com ventos e chuvas tais
que mais parecem punhais
a agredir o meu telhado
e, (pre)vendo-me transida,
sob o frio muito encolhida,
digo, entre-dentes: - "Malvado!"

Depois, as contas da luz
sobem, sobem... que tristeza,
ver que a "casa portuguesa"
só no escuro se traduz!
Só me resta, então, pensar,
que o calor há-de voltar,
- porque o calor me seduz... -

E, quando chegar a Abril,
então, sim, fico contente
por estar menos dependente
- e talvez menos febril... -,
muito mais aliviada
da "conta" desnaturada
que me fez sentir... senil...

 

 

Maria João Brito de Sousa - 01.09.2016 - 16.01h

"Inverno" - Ivan Generalic


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VIAGEM...

ICARO.jpg

Não sei em que dia, ou noite,

cheguei ao topo do mundo...

Dormira o sono profundo

de quem fora del`se acoite

e, quando acordo, este açoite

dum espanto mais que fecundo!

 

Roída a dor - ou surpresa? -

da coisa por conhecer,

rói-me a mim, quase a doer,

esta (in)grata, mas coesa,

sensação de, estando presa,

poder voar, se o quiser...

 

E vôo, mantendo os pés

bem firmes neste meu espaço...

Vejo, pedaço a pedaço,

o mundo, de lés a lés!

Viajo dentro de mim,

mas, sempre que vôo assim,

tenho a força das marés...

 

Lá do fundo, um chão qualquer

que nunca dantes olhara,

não vendo a dor que me vara,

vem compelir-me a descer...

Não tendo nada a perder,

recuso... viro-lhe a cara!

 

 

Maria João Brito de Sousa - 01.09.2016 - 18.21h

 

 

 


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