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Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

O MEU ABRAÇO! - Em treze sextilhas feitas à pressa, em cima do joelho

 

 

Poemas, em clandestino,

Irão ter um bom destino

Que não a velha gaveta

E eu vou tendo bons motivos

Para os conservar bem vivos

Pois não são coisa obsoleta…

 

Sei que os devo partilhar

Por isso não vão ficar

A enfeitar-me a mesinha

Ou a servir de suporte

Pr`a caneta ou pr`ó desnorte

Que de nós já se avizinha,

 

Mas, assuntos pessoais

Ou questões menos banais

Ficam pr`ó espaço concreto

Da conversa pessoal,

Olhos nos olhos, falando,

Esclarecendo e questionando

Como faz qualquer mortal…

 

Se a ligação se mantém

E caso eu me sinta bem

Porque a saúde melhora,

Decerto vos deixarei

Uns poemas que criei

Como o que publico agora

 

Mas, de momento, o que faço

É deixar um grande abraço

E o meu agradecimento

Neste Horizontes da paz

Que tanta falta me faz

E que aind`hoje sustento

 

Meu sorriso, persistente,

Mostra bem que estou consciente

Da decisão que tomei,

Mas a minha gratidão

Não se esgota nesta acção

De dizer o que pensei

 

E friso; só a presença

Pode fazer a diferença

E garantir que isto mude

Pois mantenho, com firmeza,

Que tenho toda a certeza

Das razões desta atitude 

 

Mas não estando bem segura

De que a “coisa” tenha cura

Sem nenhuma explicação,

Dir-vos-ei que, inversamente,

Só me darei por contente

Se descoberta a razão 

 

“Do outro lado da estória”!

Tenho paciência e memória

E aguardo, muito serena,

Sem guardar qualquer rancor

As presenças que melhor

Mostrem que valeu a pena

 

Invadir privacidades,

Sugerir prioridades,

Impedir publicações

Sem perguntar-me, sequer;

- Amiga, pretende, ou quer,

ouvir as minhas razões?

 

Não conheço, à “estória”, a fonte

Mas tendo um largo horizonte

De suspeitos desta “acção”,

Decidi que, desta forma,

Tendo o silêncio por norma,

Não entro em contradição

 

E mantenho o meu juízo

Porque dele muito preciso!

Faz-me falta, dá me jeito

E produz, naturalmente,

Sonetos e sono justo

Que outros tantos só a custo

Alcançam, mesmo à tangente…

 

Doente - mas bem-disposta! –

Sei bem que ninguém desgosta

De conhecer a razão

Que levou esta poeta

A tornar-se tão… “secreta”

Por auto preservação!  

 

 

Maria João Brito de Sousa – 18.05.2013 – 21.26h

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

DIREITO À REVOLTA - Resposta rápida a um sonetilho do Poeta Zarolho

 

DIREITO À REVOLTA!


(Sonetilho)

Já o rei vai desnudando
Suas opulentas vestes
E, decerto, um dia destes,
Muito em breve, nem sei quando,

Irá o povo clamando
Por dias menos agrestes
E dirá; - Vós nos perdestes!!!
Vossa ambição, vosso mando!

E sempre que um povo acorda
Do tal sono e nele transborda
Uma tão grande insurgência,

Não há prisão nem há corda
Que previna que os "reis" morda
Sem mostrar qualquer clemência!!!





Maria João Brito de Sousa - 16.05.2013


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Sábado, 4 de Maio de 2013

POEMETO CONTRA-RELÓGIO

 

 

POEMETO A “CONTRA-RELÓGIO”

 

 

 

 

A noite chega tão tarde

Que nem o verso aproveita

Toda a chama que nele arde

Quando tão tarde se deita

E a simples compensação

De dormir “mais um pedaço”,

Só basta aos que não farão

Nem metade do eu faço!

 

Tudo o que faço me custa

Muito mais que a qualquer um

Por comparação, “mui” justa,

Com quem não “fizer nenhum”…

 

Tenho a tensão “abalada”,

Tenho anticorpos no sangue,

Estou anti coagulada…

Dou dois passos… fico exangue!!!

 

Mas, mesmo exangue, não paro

Pois meus queridos animais

Estão, também, num tal “preparo”

Que exigem cada vez mais…

 

Agora, cheia de sono,

Terei de ir buscar areias

Pr`aqueles que não abandono

Pelas ruas sempre cheias

Dos casos de negligência

Ou mesmo incapacidade

De quem, face à indigência,

Os “descarta” na cidade…

 

Ando tão devagarinho

Apesar de muito querer

Apressar o meu caminho

Pr`a depressa os socorrer

Que, às vezes, me sinto farta

Dos vagares do próprio passo

Mas se o corpo me descarta

Toda esta pressa em cansaço

Nem vale a pena ter pressa

Porque a “mazela” é mais forte;

Não há nada que a impeça

De me impor; Vagar ou… Morte!

 

 

Maria João Brito de Sousa – (a contra-relógio) 21.04.2013- 17.27h


Imagem - Eu, o Kico e o Garfield - Fotografia de Carlos Ricardo

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SEM GRANDES FILOSOFIAS...

 

Sextilhas em redondilha maior

 

 

 

 

SEM GRANDES FILOSOFIAS…

 

 

Foi na vivência dos dias,

Sem grandes filosofias

Nem sombra de frustrações

Que deixei pr`a trás os medos

E desdenhei dos segredos,

Intrigas, contradições,

 

Pois, persistente e madura,

Impus, à minha procura,

Rumos de anseio e canseiras,

Diferentes de quanta gente

Os busca sofregamente

Sem vislumbrar-lhes fronteiras…

 

Já no respaldo dos anos,

Se a mim causei alguns danos,

A ninguém prejudiquei

Pois, dê lá por onde der,

Farta de tanto saber,

Sei que muito pouco sei,

 

Mas que essa sabedoria

Brota da rima tardia

De uns “porquês” mal perguntados

Pela espera que não cansa

Da voz altiva, mas mansa,

De alguém desfeito em bocados

 

Pelas mãos de um mero acaso

Que nasceu fora de prazo,

Mas tornou determinante

A escolha, muito precoce,

Do sentido - amargo ou doce! -

Que aponte um céu mais distante…

 

 

 

Maria João Brito de Sousa – 01.04.2013 – 18.44h

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